Enfermeiros da Atenção Primária à Saúde (APS) que atuam nas áreas urbana, regiões do Planalto e Rios, além das equipes que atuam na Unidade de saúde prisional, Consultório na Rua, Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA/SAE) e do Núcleo Técnico de Vigilância em Saúde (NTVS) participaram do seminário, que contou também com a presença das coordenações dos programas de tuberculose dos municípios da jurisdição do 9ºCRS/SESPA.
Durante os dois dias de encontro, técnicos da SESPA repassaram aos presentes as novas abordagens no enfrentamento da doença, além de discutir estratégias de prevenção, monitoramento e promoção da saúde. Um dos temas abordados foi a importância da integração das ações de saúde no território, com ênfase na atenção primária, que é a porta de entrada para o sistema de saúde e desempenha um papel crucial na identificação precoce de casos.
Na terça-feira, dia 1º, tivemos a participação dos profissionais da saúde das regiões do Planalto, Rios e da zona urbana de Santarém. O seminário foi uma excelente oportunidade para a troca de informações sobre os procedimentos e as melhores práticas de atuação no combate à tuberculose. Além disso, pudemos contar com a presença de representantes de municípios vizinhos, o que fortaleceu ainda mais a integração e o compartilhamento de estratégias para enfrentarmos essa doença de maneira mais eficaz e coordenada em toda a região" informou Kelen Carvalho, enfermeira Referência Técnica do Programa de Combate à Tuberculose da SEMSA.
O seminário também ressaltou o papel essencial da educação em saúde, com a orientação da população sobre os sinais e sintomas da tuberculose, a importância da adesão ao tratamento e a quebra do estigma em torno da doença, que muitas vezes dificulta a busca por atendimento médico.
Kelen também explicou que o segundo momento do seminário foi com participação de técnicos que atuam no programa estadual de combate à tuberculose. "Esse foi um momento fundamental para apresentar os novos protocolos referentes à tuberculose, atualizando as equipes sobre as mudanças nas diretrizes de diagnóstico, tratamento e monitoramento da doença. Essas atualizações são essenciais para garantir que os profissionais estejam sempre preparados e alinhados com as melhores práticas e diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Saúde, oferecendo um atendimento de qualidade à população."