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quarta-feira, 1 de junho de 2022

Lixo entope bueiros e danifica bombas; Prefeitura de Santarém explica causas do alagamento em trechos da orla

 

O descarte irregular de lixo é um problema muito sério em Santarém, no oeste do Pará. Todo resíduo sólido colocado fora dos horários determinados para recolhimento pela prefeitura acaba acarretando inúmeras consequências para toda a população. Como resultado da falta de consciência de muitas pessoas, que jogam lixo nas ruas, foi constatado o amontoado de material como plástico, papelão, madeira e ferro nas galerias da principal via da orla da cidade, a avenida Tapajós, que amanheceu alagada após a forte chuva da madrugada desta quarta-feira (1). 

A situação ficou tão séria que o prefeito Nélio Aguiar foi pessoalmente mostrar a situação e gravou um vídeo mostrando o cenário desolador que ficou a avenida Tapajós, que voltou a alagar, no momento em que o rio dá sinal de vazante. O prefeito fez um apelo aos moradores para que evitem despejar o lixo de forma indevida, pois os danos não são apenas para a Prefeitura, mas afeta diretamente a vida de todos. 

Há alguns dias, o nível do rio começou a baixar e os pontos de alagamentos que se formaram no período mais intenso da cheia praticamente sumiram na última semana. Porém, a chuva desta madrugada aliada à quantidade de lixo despejado nas ruas e que foram parar nas galerias, provocaram novos alagamentos na área comercial de Santarém.

Apesar das bombas de sucção terem sido ativadas para escoar a água na avenida Tapajós, a sujeira prejudicou o trabalho e afetou os equipamentos. 

"Nossa cidade tem coleta de lixo, tem carro de lixo que passa nas ruas coletando o lixo doméstico. Vamos tomar cuidado e evitar jogar lixo nas ruas. Não façam isso! Não sujem a nossa cidade. Porque entopem as galerias, causam problema nas bombas que param de funcionar e isso acaba causando alagamentos. Dêem destino correto ao lixo e só coloque na hora que o carro de lixo vai passar. O lixo que vai parar nas ruas causa prejuízos para todos. Precisamos da participação de todos vocês para cuidar da cidade e evitar o descarte incorreto de lixo. Estamos na Semana do Meio Ambiente e cuidar da nossa cidade é cuidar do meio ambiente. Meio ambiente não é só árvores, é saneamento, é limpeza da cidade", disse o prefeito.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Cestas Básicas não chegam a comunidades do Lago Grande

Se mostrando bastante indignado, o vereador Gerlande Corrêa Castro, disse que esteve no final de semana na região do Lago Grande onde pode ver “in loco” a situação das famílias que estão sofrendo com a enchente.
De forma contudente, o vereador disse que aquelas pessoas estão sendo discriminadas, pois até o momento ainda não receberam nenhuma cesta básica por parte do governo do Estado e do Governo Municipal. Em tom de desabafo o vereador disse: Se o Governo do Estado não teve condições de garantir que Belém fosse uma das sedes da Copa do Mundo, como vai valorizar o nosso povo”?
Gerlande Castro disse que vai continuar reivindicando melhorias para a população Santarena, neste caso em especial, ao moradores da região do Lago Grande que precisam de atenção e ajuda, mas que vem sendo esquecidos pelo Poder Público.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

R$ 80 milhões para ajudar vítimas das enchentes no Pará

O Ministério da Integração Nacional vai liberar R$ 80 milhões para ações de ajuda aos atingidos pelas enchentes no Pará, onde 33 municípios estão em situação de emergência e quatro em situação de alerta. Em telefonema à governadora Ana Júlia Carepa, ontem à noite, o ministro Geddel Vieira Lima anunciou a liberação dos recursos.
Na semana passada, o ministro acompanhou a governadora em viagem à região oeste do Pará, uma das mais castigadas pela elevação do nível dos rios. Na ocasião, Ana Júlia encaminhou pedido de apoio federal no valor de R$ 150 milhões. “Ainda que não seja o total do que solicitamos, os recursos vão ajudar muito na recuperação das rodovias danificadas pelas águas, e desse modo, vamos poder levar ajuda às pessoas atingidas pelas cheias”. Para a governadora, a liberação dos R$ 80 milhões são resultado de uma intensa mobilização e de gestões junto ao presidente Lula e ao ministro da Integração Nacional, “que veio ao Pará e viu de perto a extensão dos estragos, que já atingem 37 municípios”.
Segundo a Defesa Civil do Estado, os prejuízos econômicos e sociais das enchentes atingiram 35.867 famílias. O município mais atingido é Santarém, com 6.710 famílias afetadas pela elevação do rio Tapajós, seguido de Altamira com 2.249 famílias afetadas por enxurrada e enchente na região.
Ascom

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Enchentes: rio Tapajós está prestes a transbordar

Apenas dez centímetros do cais de arrimo separam o centro de Santarém de uma inundação ainda maior pelas águas do rio Tapajós. Quem deu o alerta foram os comandantes das embarcações que ancoram diariamente na área entre as travessas Senador Lemos e Silva Jardim.
Nesse trecho, por ser mais baixo, o nível da água está a um palmo de sobrepor o cais de arrimo e provocar um alagamento de proporções devastadoras na área comercial da cidade. Medições feitas pela Delegacia Fluvial, na manhã de ontem, revelam que o nível do Tapajós continua subindo em ritmo acelerado e já atingiu a marca de nove metros e seis centímetros, a maior da história de Santarém.
Um novo alerta emitido esta semana pelo Serviço Geológico do Brasil confirma que a região amazônica está vivendo a maior enchente dos últimos 156 anos. Pesquisas realizadas pelo historiador santareno Hélcio Amaral mostram que uma enchente semelhante a esta foi registrada por volta de 1853.
No centro comercial, especialmente na avenida Lameira Bittencourt, onde estão localizadas as principais lojas da cidade, os prejuízos são incalculáveis. O estado atual da avenida em nada lembra o “belo centro”, inaugurado há três anos, quando da revitalização do trecho que vai da praça da Matriz à travessa 15 de novembro. Hoje o cenário é dominado pelas pontes de madeira que foram construídas para facilitar o acesso da população.
Na vila de Alter do Chão, as águas do Tapajós já invadiram residências, restaurantes, pousadas e até um dos principais hotéis da vila. Como a economia da vila é baseada no turismo, os prejuízos saltam aos olhos. Já no vizinho município de Belterra, a enchente castiga as comunidades ribeirinhas, especialmente às que estão situadas às margens do rio Tapajós. Na localidade de Porto Novo, por exemplo, até o cemitério está sendo “engolido” pelo rio.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Pior que enchentes e alagamentos, só a burocracia do IBAMA

A natureza é implacável, quando resolve mostrar a sua força, mas pior que a força da natureza, revelada pelas enchentes e fortes chuvas que maltratam nossa cidade, é a burocracia do IBAMA, que de forma vil, ignora a dor e o sofrimento da população santarena e de diversos municípios da região Oeste do Pará, que sofre com o alagamento de suas casas.
A prioridade de proteger o ser humano se perder entre a infinidade de papéis que tomam conta dos seus arquivos e as inúmeras toras de madeiras que apodrecem no pátio do órgão.
Enquanto isso, a chuva cai, a rua alaga, o povo sofre e o IBAMA continua a ficar deitado eternamente e berço explêndido.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Altamira: homologada a situação de emergência


A governadora Ana Júlia Carepa homologou ontem a situação de emergência na cidade de Altamira, região oeste do Pará. Após sobrevoar boa parte do município pela manhã, a governadora visitou um dos abrigos e percorreu o Baixão do Tufi, um dos 11 bairros afetados pelas águas das chuvas. A situação de emergência permite a dispensa de licitação, tanto para a prefeitura quanto para o Estado, nas compras e contratações de serviços destinados a atender a população atingida pelas águas. Em Altamira, o rompimento de barragens arrastou casas e estabelecimentos comerciais e provocou perdas de eletrodomésticos, móveis e outros objetos.
Com a situação de emergência, o governo vai poder acelerar os trabalhos de recuperação da ponte sobre a rodovia Ernesto Acioly, arrastada pela força da enxurrada.
Diário do Pará