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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Greve segue firme...

A luta do funcionalismo federal segue forte contra as políticas do governo Dilma. No último dia 18/06, durante a reunião do Fórum Nacional do Funcionalismo Federal, foi aprovado para o próximo dia 05 de julho um Dia Nacional de Protestos dos Servidores Públicos Federais. Nesse dia serão realizados atos e paralisações nos setores que não estão em greve e atividades dos técnicos administrativos das IFES, que estão em greve desde o último dia 06/06.
Além disso, está marcada também para o dia 05 de julho, uma negociação do Fórum de Entidades Federais com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) para discutir a pauta geral de reivindicações dos servidores federais. A Fasubra está indicando a organização de mais um Ato Nacional em Brasília, a ser realizado na primeira quinzena de julho.
Na semana passada, o Comando Local de Greve (CLG) organizou uma atividade de mobilização no Setor de Transporte da UFPA, com fechamento do portão da garagem e reunião do Comando no local, além disso seguiu com as passagens nos setores da UFRA, UFPA e HU´s. Na UFOPA a greve dos técnicos segue forte e os servidores já elegeram seu Comando de Greve. O CLG visitará nos próximos dias os campi da UFPA de Abaetetuba e Bragança. Na capital seguem as mobilizações.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Técnicos da UFOPA em estado de greve

Os técnicos-administrativos da UFOPA reunidos na tarde de hoje em assembléia deliberaram pelo "estado de greve" e marcaram uma nova assembleia para o dia 14 (terça-feira) para discussão de ponto único de pauta que é a Greve Nacional.
Em 26 universidades os técnicos-administrativos já paralisaram e o movimento é crescente. No Pará a UFPA e UFRA já paralisaram suas atividades desde o dia 06/06.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Técnicos das universidades paraense estão em greve

Na manhã de hoje (6), cerca de três mil servidores federais do setor administrativo da Universidade Federal do Pará (UFPA) e Rural da Amazônia (Ufra), além da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), paralisaram as atividades.
Grupos estão reunidos em três pontos da cidade para protestar. Desde as 6h, 40% dos serviços oferecidos pelo Hospital Universitário João de Barros Barreto estão paralisados, assim como 30% dos serviços da Ufra. No Hospital Betina Ferro de Souza, a paralisação parcial foi das 10h às 12h.
Segundo o coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Pará (Sindtifes), Raimundo Pinheiro, a greve é nacional e por tempo indeterminado.
“Estamos querendo que o governo garanta um reajuste salarial para os servidores públicos federais ainda para este ano, abertura de vagas para concursos públicos, nomeação de concursados que já foram aprovados e suspensão do Projeto de Lei 549/09, que congela os salários dos servidores por 10 anos”, disse Raimundo.
Amanhã (7) será realizada uma reunião que terá a participação da Federação dos Servidores Públicos Federais, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e do Ministério da Educação (MEC).
“Já tivemos quatro reuniões com o governo da presidente Dilma Rousseff e não conseguimos nenhum acordo. Espero que amanhã possa ser diferente”, ressaltou o coordenador do sindicato.
Na quarta-feira (8) acontece uma assembleia no hall da reitoria da UFPA, para analisar possíveis propostas do governo.
DOL

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Técnicos da UFPA e da Ufra entram em greve na segunda-feira

Depois de idas e vindas das reuniões com o governo federal sem nenhuma proposta ao funcionalismo, e do adiamento do primeiro indicativo de greve, que começaria dia 28 de março, na quarta-feira passada (01), a plenária nacional da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras - Fasubra, aprovou a deflagração de greve nacional dos técnicos das universidades federais do País a partir da próxima segunda-feira, dia 06 de junho. Em assembleia geral do Sindtifes-PA realizada ontem, foi legitimada a deliberação da Fasubra Sindical. Um comando de greve foi formado para deliberar as tarefas do movimento grevista.
Servidores da UFPA e da Ufra já haviam aprovado o indicativo de greve em sua última assembleia, devido a insatisfação da categoria com a indisposição do governo federal em apresentar uma proposta sobre a pauta de reivindicações do funcionalismo federal.
A greve, aprovada por unanimidade na assembleia geral, mostra a disposição dos técnicos da UFPA e da Ufra em lutar por reajuste, contra o congelamento salarial (PL 549) e em defesa da valorização da carreira.
Desde o começo da campanha salarial, os servidores da base do sindicato sempre se posicionaram a favor das paralisações e dos indicativos de greve. Nesse período foram realizadas paralisações na Ufra e no Hospital Universitário João de Barros Barreto, com adesões parciais na UFPA (Campus Guamá) e em alguns campi do interior como Abaetetuba e Castanhal.
De acordo com o comando de greve, ainda na próxima segunda-feira, os fundacionais realizarão mobilizações. Uma paralisação vai acontecer no Hospital Barros Barreto e um ato em frente ao HUBFS, às 10 horas.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Pará tem 50 mil docentes sem formação

Nos próximos dez anos, o Pará terá como desafio formar 41,3 mil professores que hoje atuam na rede pública de ensino básico sem a formação adequada. A primeira oferta, este ano, totaliza 772 vagas, número ainda longe de uma equação que aponta a necessidade de atendimento de 4,1 mil docentes por ano. A coordenação trabalha com uma perspectiva de aumento considerável da capacidade de atendimento a partir de 2012.
O número consta do Plano de Formação Docente do Pará, que deve ser efetivado através da ampliação de vagas em cursos especiais oferecidos pelas quatro instituições públicas de ensino superior existentes no Estado: Universidades Federal do Pará (UFPA), Federal Rural da Amazônia (Ufra) e do Estado do Pará (Uepa) e Instituto Federal de Ensino Tecnológico (IFPA). A Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), em implantação, também será integrada ao plano quando estiver funcionando.
Com exceção da Ufopa e da Ufra, todas as outras instituições terão turmas que começam a partir de novembro deste ano. Segundo o coordenador do plano pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc), Licurgo Brito, a meta é atender a demanda dentro de dez anos. Ele explica que o último censo escolar, de 2007, identificou cerca de 50 mil professores sem formação básica no Pará, mas a capacidade máxima de atendimento das instituições envolvidas é de 41 mil.
O Liberal