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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Filhos de Santarém?

Davis Fortunato Serruya

Dizia o poeta: “É este o Santarém de minha infância que quando ao longe aspira tua fragrância pelos olhos me escorre o coração”. Lembro de minha infância nos anos 70 a minha querida avó materna Fleuryce Matos Serruya que dizia ser um sonho dos santarenos o Estado do Tapajós, pois sua mãe, minha bis...avó, a então renomada educadora Santarena a ilustre mestra professora Agripina Matos falando em findar seus dias e não ver realizado o sonho de seus pais em ver criado o tão sonhado Estado do Tapajós; mais tarde ... Assim lia eu já no inicio dos anos 80 todos os domingos no Jornal Liberal em sua coluna que trazia sempre matérias falando e fazendo alusões, a nossa querida Santarém e região do tapajós tão sofrida, um dos grandes homens santarenos que tive o privilegio de conhecê-lo o jornalista Cléo Bernardo.
O que escreveria ele hoje a seus irmãos Santarenos? E o apaixonado politico Santareno Sr. Silvio Braga qual seria seus discursos hoje nos palanques? E meu tio avô José Maria Matos o que diria? Um dos poucos homens dignos e honestos que conheci. Qual canção ou poema a ser composta e cantada pelo imortal e querido nosso maestro Isoca? (Wilson Fonseca). E nossos grandes pintores artistas, cantores e escultores? Como seriam suas pinturas? Canções? Ou esculturas de um novo estado tapajônico? E meus avôs José Serruya e David Serruya, que com seus dons de comerciantes e suas visões de grandes empresários que faziam comercio em toda região em lentos barcos pelos rios da Amazônia levando e trazendo iguarias e mercadorias nos entrepostos entre Belém e Manaus? Pois não existia a Santarém – Cuiabá e transamazônica que ontem e hoje quase sempre intrafegáveis!
E mais recente, viva em nossas memórias, hoje se entre nós estivessem eles com suas visões de empreendedores, visão de comércio e destreza de gestão com grandes projetos modernos para nossa Santarém e região, homens e grandes empreendedores que foram Sr.Joaquim Pereira e Sr.Paulo Correa, o que diriam sobre a viabilidade econômica? E que estariam planejando e projetando a bem do progresso de nossa região? Penso e digo SIM, sim meus irmãos santarenos, espersos por todo esse imenso PARÁ, que é chegada a hora! “Santarém do meu coração...”, pois temos também um hino lindo! Diz a canção: “entre o rio e a verde mata o cantor faz serenata...” Nossos orgulhos que encantam a todos, nossas praias, nossas canções, nossos artistas, nossos cantores, enfim, nossas lutas históricas de um povo guerreiro e trabalhadores com seus inúmeros filhos ilustres que não fogem a luta. “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”. “Pois todos os homens têm direitos aos bons ofícios!” Pois é chegada a nossa hora filhos de Santarém, filhos do Tapajós, é a nossa libertação da escravidão, SIM é hora de união e darmos as mãos, somar para poder multiplicar.
Por fim deixo meu manifesto a todos aqueles que ainda NÃO se manifestaram ou ainda estão em silêncio, alguns poucos isoladamente pensando em NÃO trazer o bem e o progresso para nossa região, pois muito me entristece ver essa negativa, SIM! Que ainda há tempo SIM, para juntos e unidos vivermos dias melhores em Santarém e nossa Região. “Não permita ò Senhor que ninguém goste mais do que eu de Santarém.” SANTARENO – TAPAJONICO

Advocacia Geral da União garante desocupação de terreno da UFOPA

A Procuradoria Federal junto à Universidade Federal do Oeste do Pará (PF/UFOPA) conseguiu, na Justiça, liminar que determina a imediata imissão na posse sobre o terreno contínuo ao Campus Tapajós, onde ainda existem instalações e máquinas de uma antiga indústria de beneficiamento de grãos. O local é usado como moradia irregularmente por um homem. O terreno fica na Rua Raimundo Fona, casa 12-A, Bairro da Liberdade.
No local, a UFOPA pretende construir instalações físicas, previstas no projeto de implantação e de expansão da universidade, onde possivelmente será erguido o parque tecnológico da instituição, em parceria com órgãos federais e estaduais.
Em ação de imissão de posse, a Procuradoria informou que o espaço físico disponibilizado para a implantação da universidade foi adquirido pela junção dos campi das Universidades Federal do Pará e Federal Rural da Amazônia, além de terreno doado pela União, sob responsabilidade do Exército Brasileiro. Esse último é ocupado pelo homem que se recusava a sair do local.
Segundo informações do Comando do 8º Batalhão de Engenharia de Construção do Exército, havia um contrato de arrendamento rural que respaldaria no passado a permanência do homem no local e das máquinas de beneficiamento de grãos, mas esse contrato vigorou até 31 de outubro de 2009. Por isso, ele ficou anos de maneira irregular no local.
A Justiça Federal de Santarém acolheu a defesa da PF/UFOPA e concedeu a liminar requerida na ação. Ele deve deixar o terreno no prazo de trinta dias, sob pena de desocupação forçada e multa diária de R$ 1mil, em caso de descumprimento da decisão.
Patrícia Gripp – Assessoria de Comunicação da AGU

UFOPA promove simpósio sobre Patrimônio e Direitos Culturais

A Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) realiza a partir de hoje, dia 5 de dezembro de 2011, em Santarém (PA), o 1º Simpósio Amazônico de Patrimônio Cultural e Direitos Culturais. Aberto ao público e à comunidade acadêmica, o evento começa hoje, às 18 horas, no Auditório 2 do Centro de Formação Interdisciplinar (CFI), situado na entrada do Campus Tapajós, bairro do Salé, com a mesa redonda “Cenários do patrimônio cultural de Santarém”.
Promovido pelo Instituto de Ciências da Sociedade (ICS), através do programa de Arqueologia e Antropologia e do projeto de extensão “Patrimônio Cultural na Amazônia”, coordenado pela professora Luciana Carvalho, o evento irá promover um amplo debate sobre patrimônio cultural e arqueológico da Amazônia. O Simpósio contará ainda com a 1ª Mostra Regional de Filme Etnográfico, com sessões às 14, 17 e 20 horas. 
Na terça-feira, dia 6 de dezembro, serão realizadas duas mesas redondas: a primeira, a partir das 15 horas, com o tema “Patrimônio arqueológico na Amazônia”; e a segunda, às 18 horas, que discutirá sobre “Espaços, práticas e patrimônios culturais”.  
O Simpósio termina no dia 7 de dezembro, com debates dobre “Patrimônio cultural e propriedade intelectual”, às 15 horas; e “Patrimônio cultural e meio ambiente”, às 18 horas. Mais informações pelo e-mail: simposiopcultural@hotmail.com 
Maria Lúcia Morais – Comunicação UFOPA

Arrogância, cinismo e hipocrisia...

por Ednaldo Rodrigues (*)

Arrogância, cinismo e hipocrisia, em vez de propostas, são as posturas mais evidentes que conseguimos extrair dos dois representantes do “não” contra o SIM 77. O plebiscito para criação dos estados do Tapajós e Carajás tem contribuído também para revelar a forma com que as elites da capital Belém tratam os paraenses empobrecidos, ou seja, com deboche, desprezo, preconceito e xenofobia.
Quando o Zenaldo Escrotinho e o Celso Burrinho dizem que somos meia dúzia de políticos, isso é uma mentira absurda e uma ofensa grotesca às lutas sociais de gerações que lutaram e lutam pela emancipação do Pará desde 1850, ora mais forte, ora mais tímida, mas esse ideal sempre foi perseverado pela nossa gente.
Em 2007, ajudei a coordenar um abaixo-assinado para a coleta de 500 mil assinaturas na região oeste do Pará, solicitando a aprovação do plebiscito. Esse documento está protocolado no Congresso Nacional e é do conhecimento do Zenaldo. As 500.151 pessoas que participaram do abaixo-assinado não são meia dúzia. Além disso, o projeto que o Congresso Nacional aprovou detém uma emenda com outro abaixo-assinado com 17 mil assinaturas em anexo.
No entanto, para mim, que faço parte da luta pela criação do Estado do Tapajós há 10 anos, trabalhando como voluntário, essa postura leviana não é novidade. Aos paraenses que não acompanharam a nossa luta jamais poderiam imaginar que em Brasília, nos últimos anos, o Zenaldo sempre nos humilhou, com a mesma postura autoritária e com a mesma cara cínica e arrogante.
Em Brasília, sempre lutou contra a realização do plebiscito, de forma covarde a traiçoeira, desarticulando a luta de pessoas humildes que não tinham mandato, mas pessoas honradas que sempre sonharam com dias melhores à nossa gente. Hoje continua usando de má fé o mandato para se promover. O Zenaldo sabe que a criação do Estado do Tapajós é irreversível, mas está aproveitando o momento para semear discórdia entre os paraenses e impor sua candidatura a Prefeitura de Belém e os belenenses nem se dão conta disso.
Quando o Zenaldo e o Celso nos tratam de forma preconceituosa, nos chamando de separatistas e esquartejadores do Pará, afirmando que estamos tirando toda a área territorial e as riquezas minerais do Estado, mais uma vez revelam que não nos consideram e nem nos respeitam como paraenses e demonstram total desprezo pelos mais empobrecidos e necessitados. Essas áreas também nos pertencem, pois temos direitos maiores, pois somos nativos da região e a nossa história fala por nós.
Esse plebiscito é uma oportunidade ao povo da região do Tapajós de reconquistar tudo o que nos foi usurpado pelos colonizadores da capital. A história antropológica da região afirma que antes da instalação da capital Belém já havia um povo nessa região que tinha a sua independência administrativa, mas com a invasão dos Portugueses tudo o que pertencia a esse povo foi usurpado pelos colonizadores e tanto Zenaldo como Sabino representam muito bem os colonizadores e os escravocratas, que historicamente oprimiram e continuam oprimindo o nosso povo.
Se existe alguém que precisa reconquistar territorial é a nossa gente e não a aleite política de Belém. Alias, é bom lembrar que com o lastro de nossas riquezas essa mesma elite política fez vultosos empréstimos internacionais para aumentar o patrimônio pessoal deles e construir obras faraônicas, que só beneficiam as elites da capital. O pagamento, no entanto, desses empréstimos é feito com os impostos de todos os paraenses, inclusive, dos mais empobrecidos do Tapajós, Carajás, Salgado, Marajó e pela periferia pobre da capital. É pra isso que servimos, Zenaldo? Para pagar a dívida de meia dúzia de folgados, como os políticos tradicionais e os empresários opressores da capital?
O posicionamento dos dois defensores do não, representa a manutenção do latifúndio que é uma herança cruel, centralizadora, concentradora e escravagista das Capitanias Hereditárias, inspirada no feudalismo. Zenaldo e Sabino representam os senhores feudais do século 21. Na visão deles, os mais empobrecidos do Pará somos os servos que só temos o dever de trabalhar para pagar os impostos e eles usufruírem. Nós não temos direito de lutar para melhorar a vida das pessoas que vivem abandonadas pelo Estado do Pará tanto na região oeste como no sul do Estado.
A postura dos dois deputados, que falam de forma cínica dos políticos, como se ambos não os fossem também, deixa muito claro o desprezo que eles têm pela luta secular de gerações, que vêem na criação do Estado do Tapajós, uma alternativa para oferecer mais dignidade aos paraenses que moram distante da capital Belém. Nos debates se esforçam de todas as formas para confundir a cabeça do eleitor menos esclarecido. Isso é desumano, cruel e covarde.
Zenaldo e Celso revelam que o minério e a área territorial do Estado, ou seja, o latifúndio são mais importantes que os problemas enfrentados pelos paraenses do interior e da periferia do Pará. Falam como se tudo o que há fosse propriedade do Parazinho. Falam como se a falta de médicos, segurança pública, infraestrutura, educação, falta de moradia, saneamento básico e outros serviços públicos não significassem nada. Isso significa a vida das pessoas e é pelas nossas vidas que os dois Pinóquio tem desprezo.
Infelizmente, o Pará não consegue atender as demandas sociais de seu povo, mas esse tema é ignorado e aos dois é natural crianças, idosos e grávidas morrerem por falta de leitos e de hospitais. É por tudo isso que eu digo a todos os paraenses do interior e da capital que estamos diante de uma oportunidade única. Precisamos votar SIM 77 ao Tapajós e ao Carajás e se realmente amamos o Pará, precisamos amar também o seu povo. Com a criação de dois novos Estados estaremos garantindo o futuro de nossos filhos e das gerações futuras.
Para finalizar, recordo que ontem o Zenaldo Escrotinho encerrou a sua apresentação teatral na televisão falando de sentimento pela área territorial, minério, bandeira e cultura do Pará. O que diriam a ele as mães que perderam suas crianças, no interior do Estado, por falta de atendimento básico; os filhos dos idosos que perderam seus pais por falta de assistência médica; os maridos que perderam suas esposas e filhos prematuros durante o parto por falta de leitos nos hospitais no interior do Pará e mais recentemente, na Santa Casa em Belém. Eles também não têm sentimentos por seus entes-queridos?
Pergunto ainda mais aos meus amigos internautas e também ao Zenaldo Escrotinho e ao Celso Burrinho: área territorial, minério, bandeira e a cultura do Pará têm mais valor do que a vida das pessoas? A união que eles nos propõem é essa? Vida digna as elites da capital e a morte aos nossos paraenses do interior do Estado? Essa é a repetição do velho filme que motivou a Cabanagem em 1835, quando as elites da Capital mandaram matar milhares de pessoas humildes do interior, que eles, os chamavam de Cabanos. É isso que pretendem fazer novamente se não nos rendermos ao julgo dessas elites conservadoras, autoritárias e cínicas? Eu refuto o sentimento falso do Zenaldo e, humildemente, peço a todos que votem NO DIA 11 DE DEZEMBRO SIM 77 AO TAPAJÓS E AO CARAJÁS.
A criação do Estado do Tapajós é uma proposta secular e que surge do verdadeiro sentimento do povo do interior, empobrecidos pelos colonizadores da capital, a elite, que nada tem haver com a grande população de Belém, que também é vitima desse poder que despreza o cidadão e aniquila o sonho de gerações e gerações.
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* Santareno, é jornalista e professor universitário

Momentos Decisivos

* Profº Adm. Jadir Emilio Fank

Está se aproximando o momento em que os paraenses poderão se livrar de tantos problemas. Será nesse dia 11 de dezembro, quando podemos, através do nosso voto, livrar-nos de décadas e mais décadas de abandono dos governantes, que somente pensam em seu umbigo. Abandono na saúde, na educação, na segurança pública, no saneamento básico, na ...,assim por diante. Quem mora na região do futuro Estado do Tapajós, sabe bem disso.
Os políticos sérios de Belém, nos debates promovidos pela imprensa televisionada, apenas sabem falar que a separação é coisa de meia dúzia de políticos interessados em algum cargo. Eles estão chamando todos vocês da região Itaituba, Santarém, Altamira, Marabá, paraenses de nascimento, da gema, e os paraenses de opção e adotivos, de mentirosos. Alegam que vocês não têm direito de sonhar, de ter vida digna, de ter educação de melhor qualidade, de ter saúde que condiz com as necessidades. De terem suas escolas e hospitais, que hoje não existem ou são ineficientes.
Sabem por que dizem isso? Por que não conhecem o Estado que falam que tanto amam. Talvez os dois representantes que defendem a não divisão, não conhecem a real necessidade da população daquela região. Não conhecem Jacareacanga e seu interior, não conhecem Itaituba e seu interior. Não conhecem Creporizão e o sofrimento de seu povo, que no período da chuva não conseguem se deslocar livremente, pois a rodovia estadual (uma das poucas da região oeste do Pará), estadualizada a pouco mais de um ano, não oferece a mínima condição de trafegabilidade, por falta de manutenção.
Também não conhecem Novo Progresso e seu interior, muito menos até a divisa com Guarantã do Norte no Mato Grosso, distante cerca de 2.200 km da Capital do Pará. Dos quais em torno de 1.500 km são de estrada de terra, sem pavimentação, com os maiores problemas possíveis, e ao longo de seu percurso vivem milhares de paraenses. Não conhecem Aveiro e seus problemas, onde o acesso é apenas pelo Majestoso Rio TAPAJÓS, que dará o nome do futuro Estado. O que falar de Castelo dos Sonhos, Alvorada da Amazônia, Cachoeira do Curuá, Mamãe Anã, Creporizinho, Vila dos Gaúchos, Base Aérea do Cachimbo, Novo Horizonte, Vila Izol (km 1000), Carro Velho, Moraes de Almeida, Riozinho das Araias, entre tantas comunidades. Estranham esses nomes? Nunca ouviram falar esses nomes? Não se preocupem, a maioria dos paraenses também não ouviram falar. Por incrível que pareça é PARÁ. Mas um Pará distante dos sonhos e da realidade do povo daí. A grande maioria da população dessa regiãonão conhece a capital de seu Estado, mas conhecem Manaus, Sinop e Cuiabá.
Mas isso não importa para esses políticos. Os políticos de Belém, pensam que o Estado se resume à Belém e região metropolitana. O importante para eles é que a BR 316 esteja em condições de levá-los as praias de Salinas, Mosqueiro ou para suas fazendas na região metropolitana. Se eles não se importam nem com povo da Terra Firme, Guamá, Bengui, entre outros bairros de Belém, pois os mesmos não têm água encanada, recolha de lixo, o esgoto é a céu aberto, que o direito a saúde é restrito, se à educação é de qualidade ou não, ou se as aulas são ministradas debaixo de árvores, como foi notícia nacional. Vocês acham que irão se importar com as demais regiões do Estado. O importante para essa elite é que tenham tudo do bom e do melhor, moram em condomínios de luxo, onde o valor do condomínio é pelo menos uma dezena de vezes maior do que a grande maioria do povo do Pará recebe por mês, de acordo com dados do IBGE. Pago com o nosso dinheiro, ou seja, o dinheiro do povo.
Se de fato esses “políticos lideres” pela união dos problemas do povo do Pará, amam o Pará e seu povo, como falam em suas propagandas eleitorais, deveriam apoiar a EMANCIPAÇÃO, das duas regiões e depois UNIR os três Estados, juntamente com os outros seis Estados da Região Norte, para lutar por mais recursos junto ao Governo Federal. Teríamos mais seis Senadores lutando pela região. Essa deveria ser a luta. Essa é nossa luta, a luta do povo. Respeitem isso e unem-se.
Pensamos nisso e votem certo nesse dia 11 de dezembro. 77 e confirme, 77 e confirme. Até a próxima.

* Diretor da Fac. de Ed. e Tec. da Amazônia – Abaetetuba – PA
Cidadão Itaitubense - Concedido pela Câmara Municipal de Itaituba

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Blog Quarto Poder faz Denúncia de cobrança de propina

R$ 200. Este foi o valor cobrado por uma dupla de agentes de trânsito da Secretaria Municipal de Transportes (SMT), a um motociclista que estava com sua habilitação vencida e que foi parado pelos ‘Marrozinhos’, no cruzamento da travessa Professor José Agostinho com a rua Tropical, no bairro Santíssimo. O flagrante feito pelo blog Quarto Poder na tarde da última quarta-feira (30), aconteceu durante uma carreata pela criação do Estado do Tapajós.
Como não tinha o valor exigido pelos fiscais de trânsito, o rapaz, identificado por ‘Nei’, teve que desembolsar R$ 40, desde que levasse o restante do dinheiro em um local marcado pelos agentes, que lhe entregaria sua habilitação, que ficou retida pelos agentes.
O motociclista foi obrigado a permanecer parado por quase duas horas. Só depois do fim da carreata é que os fiscais da SMT decidiram acertar um acordo para liberar a moto e o condutor.
O veículo foi conduzido por um amigo de ‘Nei’, que era habilitado. Todo o fato foi presenciado por populares que, já conhecendo a fama dos espertalhões, acionaram este blog. Durante o tempo em que o rapaz se viu coagido e intimidado a pagar pela propina, a reportagem acompanhou passo a passo a ação dos ‘Marrozinhos’ e os fotografou-os.
De acordo com o Código de Trânsito, em caso de ser flagrado com a habilitação vencida, o condutor é passivo de multas, perda de pontos na carteira e ainda ter seu veículo retido.
Neste caso, nenhum procedimento legal foi feito pela dupla de agentes de trânsito, que na maior cara de pau, intimidaram o rapaz, exigindo-lhe o pagamento de R$ 200 para que sua CNH e a moto fossem liberadas. Enquanto pressionavam psicologicamente o motociclista, isso lá pelas 17 horas, quando a carreata estava no fim naquele trecho, chegou um policial do Pelotão de Trânsito.
Inicialmente, todos que acompanhavam a ação vergonhosa da dupla da SMT achavam que a moto seria guinchada e conduzida ao pátio do 3º BPM, porém, isso também não aconteceu. Foi mais um artifício para tentar intimidar o rapaz. Antes de liberar o condutor e a moto, a agente de trânsito tirou foto de sua habilitação usando seu aparelho celular.
Não é a primeira vez que a agente mostrada nesta reportagem é denunciada por desvio de função. No mês de julho deste ano, um motociclista foi abordado na rua Siqueira Campos, por estar parado em local proibido. Ao invés de aplicar a multa, a fiscal de trânsito pediu dinheiro para liberá-lo, isso depois de fazer chantagem e ameaças.
Denúncias contra agentes de trânsito ocorrem todos os dias, porém, as pessoas sentem-se intimidadas a denunciar. Essa ação criminosa é corriqueira no cruzamento da avenida Sérgio Henn com a rua Rosa Vermelha, bem ao lado da Prefeitura, onde uma dupla aborda condutores em situação irregular e, ao invés de cumprir sua função corretamente, age fora da lei e desonra o trabalho de servidores que tentam trabalhar honestamente.
A denúncia é grave e cabe à Secretaria Municipal de Transporte (SMT) apurá-la e punir os culpados, caso fique comprovado o desvio da função.
Quarto Poder

Almeirim terá que fazer eleição indireta

O Tribunal Regional Eleitoral deferiu por maioria de votos petição feita pelo PPS e PSDC de Almeirim, no oeste do Pará, e determinou a realização de eleições indiretas para prefeito em 30 dias. A presidência da Câmara foi comunicada da decisão em ofício encaminhado pelo presidente do TRE, desembargador Ricardo Nunes, datado de ontem.
No mesmo ofício, o desembargador determina que a presidente da Câmara, vereadora Fátima Vilela (PSDB), assuma a prefeitura até que sejam realizadas as eleições indiretas para o mandato que vinha sendo exercido por José Botelho, do PT, afastado das funções por determinação do TRE, a 22 de novembro deste ano.
A petição foi assinada pelo assessor jurídico do PPS e do PSDC, advogado Robério D’ Oliveira, baseado na anulação do resutado das eleições de 2008 em Almerim, pelo TRE, por quatro votos a um. O Tribunal entendeu que José Botelho não tinha legitimidade para ocupar o cargo, já que quase 70% dos votos foram considerados nulos pela Justiça Eleitoral.
Nas eleições de 2008, José Botelho ficou em segundo, com 21,85% dos votos, mas foi alçado ao cargo porque o primeiro colocado, Aracy Bentes (PMDB), que obteve 46,78%, foi considerado inelegível pela Justiça, por ter tido as contas rejeitadas. Além de Bentes, o terceiro colocado, o ex-prefeito Gandor Hage (PR), que obteve 21,04% dos votos, também teve o registro cassado por abuso de poder econômico. De acordo com o advogado Robério D’Oliveira, em Almeirim existem nove vereadores e eles deverão formar duas chapas, com candidatos a prefeito e vice-prefeito. Ele acredita que o resultado da eleição indireta será bastante apertado e adianta que a nova prefeita do município, Fátima Vilela, é virtual candidata, como todos os demais vereadores.
O Liberal

Câmara de Vereadores pede Impeachment de prefeito de Monte Alegre

Não é nada boa a situação do prefeito de Monte Alegre, Jardel Vasconcelos. Acusado de desvio de verbas da merenda escolar, o gestor municipal foi denunciado pelo Ministério Público. Vereadores da oposição vão ingressar com um pedido de Impeachment do prefeito.
O clima é de revolta e indignação no município.
Quarto Poder

De onde vem o dinheiro, deputado?

Evaldo Viana (*)
* Natural de Alenquer, reside em Santarém, onde trabalha como servidor da Receita Federal do Brasil




Essa foi a pergunta que o deputado estadual Celso Sabino fez no debate sobre o plebiscito realizado na rede de televisão RBA (Bandeirantes) na noite de ontem (2) ao deputado federal Lira Maia, representante parlamentar da Frente Pró-Tapajós.
A pergunta poderia ter feito os olhos do deputado Lira Maia brilhar e levá-lo a exultar de contentamento, mas esse subestimou a malandragem do representante da frente Não-Tapajós e, não só perdeu a oportunidade de furar de gol a rede de Sabino, como ainda passou aos telespectadores a impressão que, de fato, criado o Estado Tapajós, este não teria como arcar com suas despesas correntes, menos ainda dispor de recursos para os investimentos e obras que o Pará tem nos negado ao longo de 300 anos e das quais tanto precisamos.
Desconhece o deputado Lira Maia as fontes de recursos dos estados membros? Não se sentiu seguro para falar com desenvoltura sobre a cota que nos cabe do Fundo de Participação dos Estados – FPE?
A pergunta, de singela e até generosa, embotou-lhe a inteligência e o raciocínio, subtraindo-lhe a capacidade de discorrer sobrer o Produto Interno Bruto -PIB do Tapajós e relacionar automática e instantaneamente, numa relação de proporcionalidade, com o montante de receitas próprias que o futuro estado poderá arrecadar?
Bom, o fato é que Lira Maia, com toda astúcia e experiência que a longa vida de homem público e parlamentar lhe proporcionou, não deu uma resposta satisfatória. Se não a deu, certamente é porque não tinha e se essa é a verdade, então, como entusiasta e apaixonado defensor do Estado do Tapajós que sou, e sendo ele meu representante parlamentar oficial nos debates, direi ao deputado Lira Maia, didaticamente, o que ele deve dizer quando Sabino voltar a lhe dirigir a pergunta acima.
Primeiramente, deve o deputado Lira Maia dizer ao deputado Sabino que a gestão dos recursos públicos obedece a alguns princípios orçamentários e o mais elementar e também basilar é o do equilíbrio entre receitas e despesas. Quer dizer: o tamanho das despesas públicas deve ter rigorosamente a mesma métrica das receitas. Essa lição já afasta aquela falácia de que o Estado já nasce com déficit orçamentário.
Na seqüência, Lira Maia poderia relacionar as fontes básicas de financiamento de todo estado-membro, que são o FPE, ICMS/IPVA, FUNDEB e SUS.
Sobre o FPE, poderia dizer que esse fundo tem previsão constitucional e objetiva promover o equilíbrio sócio-econômico entre os estados membros, o que significa que tem função redistributiva e deve, necessariamente, aquinhoar com mais os estados menos abastados econômica e financeiramente.
Como os 27 municípios do Tapajós hospedam 1.167.000 habitantes que terão, no primeiro dia de instalação do futuro Estado, a renda per capta mais baixa do Brasil, o Estado pelo qual lutamos será relativamente bem aquinhoado com uma boa fatia dos R$ 60 bilhões (2011) dos 21,5% do que o governo federal arrecada de Imposto de Renda (de qualquer natureza) e de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).
Poderia dizer o deputado, com absoluta segurança, que nossa cota de FPE orbitaria, hoje, em torno de R$ 2,52 bilhões.
Quem fez esse cálculo? Dois Analistas tributários da Receita Federal do Brasil: Manoel Jair de Medeiros Sampaio (um exímio conhecedor de transferências governamentais)e Evaldo Viana.
Quem, com nome e sobrenome, nos contestou ou apontou alguma inconsistência ou imprecisão no resultado? Celso Sabino? Zenaldo Coutinho? Rogério Boueri? Não. Não são donos de tanta coragem.
Então, deveria o deputado Lira Maia agarrar-se com fervor e devotada crença a esse montante, já que, ao que parece, não tem outro para exibir.
Pois bem, na seqüência, o deputado santareno deveria falar das receitas próprias (ICMS/IPVA) e asseverar que o nosso futuro estado tem capacidade, de arrecadar, a título de receitas próprias, pelo menos R$ 800 milhões. E explicaria: a arrecadação desses tributos guarda relação direta com a produção de riquezas no Estado (PIB) que, no caso do Tapajós, hoje gira em torno de R$ 8,5 bilhões.
Como as receitas próprias do Estado do Pará correspondem em torno de 9,6% do PIB, natural que o futuro Estado, mesmo que herde todas as mazelas, deficiências, defeitos e vícios da Fazenda Estadual, terá objetivas condições de chegar a resultados assemelhados, isso porque 84% de tudo que o Pará arrecada a título de ICMS provêm de produtos e serviços tributados segundo a sistemática da substituição tributária, conhecida como o método “mamão com açúcar” ou “melzinho na chupeta” de tributar.
Após, o deputado cipoalense só teria de dizer quanto é que temos de direito a título de FUNDEB (em torno de R$ 241 milhões, resultado da multiplicação de 123.000 alunos por R$ 1.960,00) e arremataria com nossa cota do SUS, que seria algo em torno de R$ 60 milhões.
Quanto é que dá? Uns R$ 3,7 bilhões.
E Lira Maia ainda poderia dizer com voz altissonante: “Veja, deputado Sabino, que esse montante não inclui um centavo de transferências voluntárias da União, até porque delas não precisamos, mas, se vierem, serão muito bem vindas e aplicadas”!
Bom, de posse desses números o nosso representante parlamentar poderia deitar e rolar ao dizer que R$ 3,6 bilhões são mais do que suficientes para destinar expressiva soma à Educação, remunerando e pagando bem melhor o professor do que hoje paga o governo do Pará; dotar os 27 municípios de estabelecimentos médicos estaduais e neles alocar médicos principalmente nos 12 municípios, onde os juramentistas de Hipócrates nunca botaram os pés; contratar efetivo policial militar e civil suficiente para amenizar a sensação de insegurança em todos os municípios; pavimentar todo ano pelo menos 100 km de rodovias estaduais e interligar por via terrestre todos ou os principais municípios do Tapajós (Altamira a Santarém pela Transuruará; Santarém aos municípios da Calha Norte, pelo Ramal do Cuamba; pavimentação da PA 254 e, por fim, destinar recursos ao Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública para contratar juízes, promotores e defensores públicos em número suficiente para atender o povo tapajônico.
Será que a nossa modesta contribuição pode ajudar o deputado Lira Maia a se sair melhor no próximo debate?

A Prova de balas... rsrsrs

Em homenagem ao dia do Samba!!!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Senado divulga estudo sobre divisão do Pará

Divulgado ontem o estudo encomendado pelo Senado Federal que põe abaixo a tese difundida pelo economista Rogério Bueri divulgada incansavelmente pelos telejornais da Globo. Item obrigatório para quem deseja fazer um bom debate sobre a criação dos três estados. O estudo comenta as críticas à criação do Estado do Tapajós, as vantagens para o Brasil derivadas da divisão do atual Estado do Pará; as vantagens para a população e economia do Novo Estado do Pará; e as vantagens para a população e economia do Estado do Tapajós. Clique no MAIS, logo abaixo para ter acesso ao estudo.
ESTUDO Nº 1.527, DE 2011Referente à STC nº 2011-04755, do Senador MOZARILDO CAVANCANTI, que se refere à elaboração de um estudo sobre as vantagens de criação do Estado do Tapajós, rememorando a criação do Mato Grosso do Sul, Tocantins, Rondônia, Amapá e Roraima.
A mencionada STC é acompanhada de dois livros sobre a proposta de criação do Estado do Tapajós e de cópias de algumas notícias e discursos sobre o tema.
Para atender à solicitação, este Estudo se desdobra nos seguintes itens: (i) as críticas à criação do Estado do Tapajós; (ii) as vantagens para o Brasil derivadas da divisão do atual Estado do Pará; (iii) as vantagens para a população e economia do Novo Estado do Pará; e (iv) as vantagens para a população e economia do Estado do Tapajós.

São Francisco perde para Sport Belém...

O São Francisco foi derrotado pelo Sport Belém por 3-2 nesta quarta-feira(30) á tarde no estádio do Sousa em Belém, o leão do tapajós abriu o placar logo no inicio da partida e deu a impressão que venceria fácil o jogo, mais não foi isso que aconteceu o time azulino caiu de produção e permitiu a virada do Brasinha . Mesmo perdendo o time santareno ainda continua com boas chances de conseguir a vaga .Vai jogar pelo empate no estádio Diogão em Bragança contra o Bragantino no próximo sábado ás 15h30 pela a última rodada, e torcer para o Parauapebas não vencer por três ou mais gols o Cantanhal no estadioMaximino porpino em Castanhal. A derrota do São Francisco para o Belém deu a Tuna Luso o titulo desta primeira fase Troféu ACLEP
Agora para conseguir um bom resultado no próximo sábado, o time azulino vai precisar voltar a jogar bem e não repetir os erros cometidos no jogo de hoje contra o Belém.Quando o jogo estava 1-1 o São Francisco teve um gol anulado pela arbitragem que teria errado no lance.
A contusão do Zagueiro Perema ainda no primeiro tempo, também comprometeu bastante o setor defensivo azulino. Machucado no braço direito o jogador ficou até o final, jogando no sacrifício.

Sport Belém 3 X 2 São Francisco
Local-Estádio do Sousa

Árbitro: Joelson Nazareno Ferreira Cardoso
A1:Lúcio Ipojucan Ribeiro da Silva Matos
A2: Rosenir Amador Oliveira
4ª´´Arbitro:Benedito Pinto da silva

1º tempo
1-0 São Francisco André Barata aos 5 minutos
1-1 Sport Belém Ramon aos 35 minutos

2º tempo
2-1 Sport Belém Darlan aos 3 minutos
2-2 São Francisco Emerson aos 19 minutos
3-2 Sport Belém André aos 49 minutos

Sport Belém - Babão -Renan(André)- Ramon - Darlan-Dinei: Amaral-Sandro Tracuá-Três e Alex Flavio(Cleiton): Junior Morais(Fernando) e Diego Indio. Técnico: João Duarte
São Francisco :Jader- Henrique- Aldair- Perema- e Maurean: Rodrigo Santarém(Caçula)Diego Carioca - Mazinho(Rodrigão) eAndré Barata (Emerson Bala): Silas e Ricardinho. Técnico . Osvado Monte Alegre.

Um dia para ficar na história

Santarém - A Rodovia Fernando Guilhon, na área urbana de Santarém (PA), ficou lotada de veículos e pessoas na tarde desta quarta-feira, dia 30. Nesse local aconteceu a concentração da grande carreata pelo SIM ao Tapajós. Nas cores verde e amarelo, o sentimento dos populares era festivo. As bandeiras expressavam o número 77. A numeração da vitória nas urnas, no dia 11 de dezembro, data do Plebiscito. Várias representações políticas do Oeste paraense estavam presentes no evento.
O grupo político do município de Terra Santa veio somar o desejo da nova Federação. A equipe chegou comandada pelo prefeito Marcílio Picanço, que destacou o favoritismo dos munícipes de Terra Santa pelo SIM e destacou, também, a importância do JN no ar em Santarém. “Desde ontem estamos em Santarém; Nossa comitiva está composta por alguns representantes do Legislativo, como os vereadores Miguel e Monique. Viemos representando o povo de Terra Santa. O plebiscito veio para chamar atenção de Estado, e agora para o País inteiro, através da mídia nacional vai mostrar os problemas pelo qual passamos. Por isso, Terra Santa vota SIM TAPAJÓS, vota SIM CARAJÁS”, declarou o prefeito Marcílio Picanço.
A carreata seguiu algumas vias públicas na área urbana com término na orla da cidade. Lá, a festa foi maior, todos os comerciários foram liberados para participar desse grande movimento em apoio ao Sim. Quem deixou de ir às ruas, a manifestação foi na frente das residências e das empresas por onde a carreata passava. Nessa luta, não tem idade, crianças, jovens e adultos participam dessa festa que não tem hora para acabar.
Segundo a coordenação, cerca de vinte mil pessoas participaram da manifestação pelo Sim. Considerada histórica, foi a maior carreata desde o inicio da campanha.
notapajós

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Comércio fecha 14 horas, em apoio ao Sim Tapajós‏

A Associação Comercial e Empresarial de Santarem, CDL, SINDILOJAS, SIRSAN E CACEOP, entendendo o momento histórico que passa nossa cidade e região, decidiram por unanimidade, orientar e facultar a todo o comércio de Santarem para que suspendam suas atividades comerciais as 14:00h de hoje liberando seus funcionários para que participem das atividades que serão realizadas em prol da criação do Estado do Tapajos.

Atenciosamente

ACES, CDL, SINDILOJAS, SIRSAN E CACEOP

São Francisco pega o Sport ,atrás da vaga que resta na elite do Paraense

O São Francisco espera entrar em campo hoje para deixar encaminhada sua classificação para a fase principal do Campeonato Paraense de 2012. Para isso, basta vencer o lanterna Sport Belém, contra quem joga a partir das 15h30, no estádio Francisco Vasques, da Tuna. Pelas circunstâncias, a missão pode até parecer fácil, mas para o técnico Osvaldo Monte Alegre, só com respeito e humildade o Leão Santareno pode concretizar sua missão e sair vencedor.
Empatado com o Bragantino, terceiro colocado e rival da última rodada, com dez pontos - e uma rodada a menos - uma vitória hoje garante ao São Francisco grande tranquilidade na busca pela única vaga que resta para a elite do futebol paraense. O problema, na visão do treinador do Leão, está no adversário: a despeito da péssima campanha do Sport Belém, que soma três pontos em cinco jogos, Osvaldo Monte Alegre considera o Dragão um adversário complicado.
O presidente Edi Ribeiro e o vice-presidente azulino Bruno Moura viajaram para Belém hoje pela manhã para acompanhar e dar apoio ao plantel azulino neste momento decisivo. O restante do pagamento do Mês de outubro será pago antes do jogo. A diretoria para motivar ainda mais o plantel está prometendo R$ 1.000.00 por cada gol marcado no jogo de hoje.

Sport Belém x São Francisco
Local:Francisco Vasques (Sousa)
Árbitro:Joelson Nazareno Ferreira Cardoso
A1:Lúcio Ipojucan Ribeiro da Silva
A2: Rosenir Amador de Oliveira
4ª Árbitro: Benedito Pinto da Silva

São Francisco: Jader-Henrique- Aldair-Auricelio Perema e Maurean: Rodrigo Santarém- Diego Carioca-Mazinho e André Barata; Silas e Ricardinho.
Rolando a Bola

Carlos Mota: " Quem quer dividir o Pará são paraenses"

Por Carlos Augusto Mota Lima (*)
É profesor Universitário, nascido e criado na capital do estado do Pará, paraense nato. É solidário com o povo do oeste e a favor da divisão.



A turma do não só aprendeu dizer uma coisa, aliás, duas: não e não. O que não dá pra entender é forma obscura como falam na campanha: Querem dividir o Pará, assim parece que quem quer dividir o Pará são alienígenas ou até um grupo de estrangeiros. Quem quer dividir o Pará são paraenses, paraenses de verdade, por uma razão simples; não aguentam mais serem tratados de forma tão desigual, com tanta iniquidade que culminou com o sentimento de divisão.
Cá entre nós, honestamente, não é possível administrar esse Estado com esse tamanho todo, portanto, dividir é uma forma de melhor administrar. Ademais, tudo é Brasil, ninguém é dono de nada, somos posseiros de nosso estado, tudo passa. Essa história de deixar só a cuia é coisa de paraense que só vai até Ananindeua (município colado a Capital), além disso, nós do oeste nem a cuia temos.
Tenho certeza que 98% dos paraenses não conhecem 0, 0001% do estado do Pará. Não conhecem ou sequer viveram por alguns segundos o drama de quem mora nessa região; digo isso por ter andado em quase todos os municípios do estado e 100% dos municípios do oeste do Pará, se as pessoas soubessem, de verdade, o sofrimento e a falta de infra-estrutura e desenvolvimento, tenho certeza, que não hesitaram em votar no 77.
Pense nisso, conheça um pouco do Pará, conheça a realidade do município que ficam distantes do centro administrativo, do centro do poder de decisões. Estamos a 900 km de Novo Progresso, viaje (de carro) de Santarém a novo Progresso e comente nas redes sociais (é Rally, se já fez tudo não precisa comentar), depois vá de barco de Santarém ao Município de Faro (são quase dois dias) e veja o que tem lá e a data de aniversário do Pará.
A sensação é de abandono, de que o tempo parou. Mas o que parou mesmo, de verdade, foram os investimentos. Pense nisso antes de votar.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Frente Pró-Tapajós intensica atividades

A Frente Pro-Estado do Tapajós dá continuidade as ações em prol do plebiscito. Nesta quarta-feira (30/11), as atividades iniciam com uma caminhada no Centro da cidade, com concentração na Garapeira Ipiranga, às 7h30, com o seguinte itinerário: Garapeira Ipiranga, Avenida Tapajós, Padre João, Rua 24 de Outubro, Rua Siqueira Campos, Garapeira Ipiranga, Lameira Bittencout, Travessa 15 de Novembro, Rua Floriano Peixoto, Travessa Otaviano Matos, Rua Galdino Veloso, Travessa 15 de Novembro, Rua Rui Barbosa, Avenida Barão do Rio Branco e chegada na Garapeira Ipiranga.
No horário das 8h às 11h, o Comitê Municipal do Santarenzinho, com a participação da comunidade vai realizar uma ação de colagem e adesivagem de veículos e motocicletas, na primeira rotatória da Rodovia Fernando Guilhon, no sentido Santarém/Aeroporto Wilson Fonseca.

CAREATA DO SIM

A Frente Pró-Estado do Tapajós realiza nesta quarta-feira (30/11), uma grande carreata. A concentração será na Rodovia Fernando Guilhon, esquina com Avenida Resistência, em frente ao Supermercado Gauchinho, às 14h30.

Itinerário:

Rodovia Fernando Guilhon, Viaduto, Travessa João XXIII, Avenida Bartolomeu de Gusmão, Avenida Jasmim, Avenida Frei Vicente, Travessa Tropical, Avenida José Agostinho, Avenida Rui Barbosa, Avenida Cuiabá, Avenida Tapajós e chegada na Praça São Sebastião.

Adendo ao percurso:
O Instituto Esperança de Ensino Superior (IESPES) realiza outra carreata, que integrada a grande carreata que vem pelo Fernando Guilhon, com seguinte itinerário: Avenida Icoraci e Avenida Magalhães Barata, até o cruzamento com a Travessa João XXIII.

UFOPA realiza eleição para membros do Conselho Universitário

A Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) realiza nos dias 6 e 7 de dezembro de 2011 a eleição para a composição do Conselho Universitário Pro Tempore (Consun). Através de eleições diretas e secretas, serão eleitos três representantes titulares e três suplentes para as categorias de docentes, técnicos administrativos e discentes.
Poderão votar todos os servidores que estejam nomeados e empossados em quaisquer dos cargos na UFOPA, exceto os que estiverem afastados formalmente para pós-graduação e de licença para tratamento de saúde; e todos os alunos regularmente matriculados nos cursos de graduação ou pós-graduação stricto sensu da UFOPA.
Cada eleitor terá direito a votar em três candidatos da sua categoria. O voto será pessoal e intransferível, sendo vedado o voto por procuração. A lista oficial com o nome dos eleitores está disponível no endereço eletrônico www.ufopa.edu.br. A votação será realizada nas seções eleitorais situadas nos campi Tapajós e Rondon, em Santarém (PA), e nos campi de Alenquer, Itaituba, Juruti, Monte Alegre, Óbidos e Oriximiná.

Confira a relação dos candidatos

Categoria dos Discentes

1. Edilson Vinente de Sousa Jr.
2. Andressa Ribeiro dos Santos
3. Gabriel Ferreira Alves
4. Edvaldo Pereira

Categoria dos Técnicos Administrativos

1. Raimundo Solano Alves Dourado
2. Dayan Serique dos Santos
3. Romero Carrilho Félix Júnior
4. José Roberto Sarmento Pantoja
5. Raimundo Afonso da Silva Barra
6. Joelden Roberto Alves da Rocha

Categoria dos Docentes

1. Anselmo Alencar Colares
2. Ynglea Georgina de Freitas
3. Carlos Roberto França
4. Hugo Alex Carneiro Diniz
5. Itamar Rodrigues Paulino
6. Thiago Almeida Vieira
7. Raimunda Nonata Monteiro
Comunicação/UFOPA

Estado propõe pagar piso a professor antes do prazo

O governo do Estado propôs a integralização do piso salarial nacional dos professores em duas parcelas, a primeira em março e a segunda em setembro de 2012.
A proposta foi feita na tarde de ontem (28), no Centro de Integrado de Governo (CIG), na primeira reunião com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp) após o fim da greve da categoria. O Sintepp a sugestão de acordo apresentada para ser votada em assembleia.
“Também já propomos e reiteramos incorporar ao salário dos professores, gradativamente, o Abono Fundeb, que é pago desde 1997, mas que não é incorporado ao salário, sobre o qual não incidem vantagens”, disse o secretário especial de Estado de Promoção Social, Nilson Pinto. O Abono Fundeb é um valor adicional pago aos profissionais do magistério pelo governo do Estado que corresponde a R$ 268 para 40 horas semanais, além das gratificações.
“Outra importante decisão foi que decidimos concluir a elaboração do projeto de lei que complementa o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR). Tão logo tenhamos esse projeto, conversaremos novamente com o sindicato”, continuou o secretário. O PCCR é uma antiga reivindicação da categoria e foi instituído pela Lei nº 7.442, implantado pelo atual governo, em setembro deste ano, quando foram adotadas todas as medidas já com efeitos financeiros a partir de 2011.
Calendário – Na pauta da reunião também estiveram outras questão de natureza mais administrativa, como o calendário de reposição de aulas, que será tratado por cada escola, com a obrigação de que sejam cumpridas as determinações da Lei de Diretrizes Básicas da Educação (LDB) sobre a obrigação de o ano letivo ter 200 dias, o que corresponde a 800 horas de aulas.
Para o cumprimento da legislação, nas escolas em que for necessário haverá aulas aos sábados, e o cronograma deverá ser cumprido até o prazo máximo de 27 de março. “Esse prazo máximo deverá ser seguido por cerca de 18% das escolas, que são as que iniciaram o ano letivo mais tarde”, informou o secretário. Na grande maioria das escolas o ano letivo termina em dezembro deste ano.
Os membros do Sintepp também questionaram sobre a aplicação da multa que a Justiça determinou por descumprimento de decisão judicial que determinou o retorno ao trabalho dos professores em greve. A secretária de Estado de Administração, Alice Viana, disse que em momento o Estado arbitrou ou entrou com uma ação judicial cobrando a multa “por apostar que o diálogo é a melhor forma de resolver todas as questões”.
Concursados – Segundo a secretária, a orientação do governador Simão Jatene é que “tenhamos tranquilidade e serenidade para administrar da melhor forma possível o calendário de reposição de aulas, que é tão importante para os alunos. Assim, o Estado não ingressou com ação de execução e não irá ingressar”, garantiu ela, falando também sobre o ingresso de novos concursados no quadro de efetivos da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).
“A Seduc já nomeou quase que integralmente os professores do concurso que está em vigor e atualmente estamos fazendo os levantamentos necessários para chamar os demais que ainda faltam. Vamos suprir todo o quadro de concursados da Seduc que passaram no limite das vagas e dentro da necessidade chamaremos do cadastro reserva”, informou.
O saldo da reunião foi considerado como positivo pelos sindicalistas e pelos representantes do governo. “Avançamos no sentido de fazer uma nova proposta em relação ao piso que já reduz o prazo em relação à proposta estabelecida pela Justiça, que é a de pagar o valor até dezembr de 2012. Também nos comprometemos a avançar no encaminhamento das complementações do PCCR até o fim de dezembro deste ano e acordamos em relação ao calendário de reposição das aulas. O diálogo é importante para construirmos os caminhos da educação do Pará e assim estamos retornando a situação de normalidade”, avaliou o secretário de Estado de Educação, Cláudio Ribeiro.
Agência Pará