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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Governador reúne com presidente do TRE e fala sobre o plebiscito

“Seja qual for o resultado do plebiscito, nós teremos o dia seguinte. E é com isso que eu me preocupo. As pessoas valorizam o plebiscito em si, o ato da decisão, da escolha. Mas como governador tenho de estar atento com o dia seguinte porque, seja qual for a escolha da maioria, eu não posso ter a ingenuidade de imaginar que não haverá pessoas descontentes com o resultado. E o Estado é que terá de administrar isso”, afirmou o governador Simão Jatene, durante a visita que fez na manhã desta quinta-feira, 25, ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Pará, Ricardo Ferreira Nunes.
O encontro aconteceu um dia após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter definido que toda a população do Pará - e não somente a das regiões que pleiteiam a emancipação - deverá ser consultada no plebiscito de 11 de dezembro, que irá decidir se o Estado será ou não dividido em três, com a criação dos Estados do Tapajós e de Carajás. “Estive em Brasília conversando com os ministros para expor minha preocupação quanto à decisão que seria tomada em relação à forma como essa votação se processará. Avalio que a decisão tomada por eles foi a mais correta, porque uma questão dessa natureza precisa refletir o sentimento de toda sociedade paraense”, enfatizou Simão Jatene.
O governador também conversou com o presidente do TRE sobre a importância de se criar uma ampla campanha de esclarecimento junto à população do Pará antes do plebiscito. Segundo ele o estado, em parceria com o TRE, está discutindo meios de promover campanhas institucionais com responsabilidade "para que este processo seja seja o menos traumático possível e que reflita efetivamente o sentimento da população”, disse o chefe do Executivo Estadual.
Para o governador a campanha de esclarecimento precisa ter maturidade, equilíbrio e responsabilidade para que o plebiscito possa gerar um clima de fraternidade e respeito com a população. “Porque se esse processo for mal conduzido poderá trazer problemas. E mais que dividir territórios, poderá dividir o povo. A Europa está cheia de maus exemplos onde a questão étnica ainda hoje leva sofrimento a centnas de pessoas”.
Segurança – O envio de tropas federais para 16 cidades paraenses em dezembro, durante o plebiscito, foi outro assunto discutido entre o governador e o presidente do TRE. “Haverá esse reforço, mas não em todos os municípios, porque foi feito um estudo e comprovado que nas eleições passadas houve um gasto muito alto com essa questão. Iremos absorver um pouco mais e colocar a presença da tropa em 16 municípios”, finalizou o governador.
Bruna Campos - Secom

3 comentários:

  1. DIVISÃO DO PARÁ JÁ:
    Mais um bebê morre após negligência


    Carliane Nunes foi mais uma vítima da negligência e a omissão dos órgãos públicos. Depois de passar pelos hospitais da Santa Casa de Misericórdia, Gaspar Viana e Santa Clara, a univrsitária teve um bebê no banco do carona, do carro de um vizinho que testemunhou o sofrimento da mãe.

    "Na primeira vez em que eu cheguei na Santa Casa, me despacharam da porta. Eu estava sentindo dor e me negaram socorro. Eu já cheguei no Santa Clara com a criança nascendo, foi quando um enfermeio veio finalizar o resto do parto, dentro do carro, e mandou que eu corresse pra Santa Casa porque o meu filho corria risco porque era prematuro.", relata a estudante.

    Só depois que a criança nasceu foi que Carliane foi atendida de fato na Santa Casa. Enzo nasceu de sete meses, com 1,200 kg e 32 centímetros. Encaminhado à UTI neonatal, o menino foi entubado e permaneceu com vida por três dias, vindo a óbito devido a uma infecção contraída durante o parto.

    Em entrevista à RBA TV, Carliane afirma que vai processar o Estado e que tem certeza de que se tivesse sido atendida a tempo, o bebê estaria vivo. "Eu não quero que outras mães passem pelo o que eu estou passando. O caso do meu filho não vai ficar impune. Quero que seja feita justiça.", finaliza, emocionada, a jovem mãe.

    OUTRO CASO
    Por falta de leito para internação, Vanessa do Socorro, com sete meses de gestação, perdeu os filhos gêmeos após passar horas tentando atendimento na Santa Casa e no Hospital das Clínicas, em Belém.

    EU voto 77. SIM

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  2. Plebiscito estimula pedidos de mudança do domicílio eleitoral para o Estado.
    Prazo termina dia 11 de setembro.

    Desde que o Congresso aprovou a proposta do plebiscito para criação do Estado do Tapajós e Carajás, o TRE do Pará já registrou mais de 18,3 mil pedidos de mudança do domicílio eleitoral

    Estado do Tapajós
    Com a aprovação do plebiscito sobre a divisão do Pará em outros dois estados – Estado do Tapajós e Carajás – iniciou-se uma correria nos cartórios eleitorais do Estado. Desde que o Congresso Nacional aprovou a proposta, em maio deste ano, o Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE) já registrou mais de 18,3 mil pedidos de mudança do domicílio eleitoral. Destes, 7.137 vieram de outros estados da federação. Parauapebas, Belém e Marabá, respectivamente, foram os municípios que mais puxaram esse fluxo migratório.
    Para se ter uma ideia do fenômeno, o município de Parauapebas, no sudeste paraense, que de janeiro a abril vinha apresentando uma média de 123 pedidos de transferências eleitorais de outros estados, por mês, registrou, em maio, 321 solicitações. No mês seguinte, foram 201 pedidos, atingindo o ápice em julho, quando foram cadastrados 347 outros novos eleitores. Ao todo, no primeiro semestre deste ano, foram contadas 1.363 transferências eleitorais de outras unidades da federação, o equivalente a 68,1% da demanda migratória feita para
    aquele município.
    Temos de convencer em nossas casas, em nossas ruas, em nosso quarteirão, em todas as nossas cidades e mostrar aos nossos irmãos da capital que essa não é uma ação contra eles e sim uma ação pelo bem da coletividade na qual eles também podem ganhar com o Pará remanescente.
    Juntemos nossas forças e nossos argumentos. Pelo futuro do Estado do Tapajós e pelo de nossos filhos e filhas: pelo bem do povo da Amazônia.
    A criação do Estado do Tapajós e Carajás será o maior projeto de desenvolvimento na Amazônia.

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  3. CARA DE PAU
    Jatene conspira contra povo sofredor
    Ao contrario do que diz e posando como neutro ao assunto, Simão Jatene incorpora-se de corpo e alma na luta contra os anseios de emancipação do Estado do Tapajós e Carajás e mesmo seu vice sendo originário de Santarém, político igual samba de uma nota só, omite-se à luta para não contrariar Jatene, e mostra-se ocupadíssimo tal qual um criminoso construindo um álibi para fugir de sua responsabilidade.
    Os tentáculos do poder emanado por Jatene, calam o Vice Goverador, Deputados e apaziguados.
    Jatene não conseguiu "sintonizar" pelo NÃO Dudimar Paxiúba e criou Ânimo em Zenaldo para destronar o primeiro Deputado Federal genuíno da região do Tapajós.
    -É MUITA CARA DE PAU DESSE GOVERNADOR... MANDEM ÓLEO DE PEROBA PARA LUSTRAR A CARA DELE. Já que caiu sua máscara.

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